quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Joio

Tema da semana
Arbitrariedade”
De 01/12/2013 a 08/12/2013

Emmanuel

"Deixai crescer ambos juntos até a ceifa e, por ocasião da ceifa, direi aos ceifeiros: Colhei primeiro o joio e atai-o em molhos para o queimar." - Jesus. (MATEUS, 13:30.)

Quando Jesus recomendou o crescimento simultâneo do joio e do trigo, não quis senão demonstrar a sublime tolerância celeste, no quadro das experiências da vida.

O Mestre nunca subtraiu as oportunidades de crescimento e santificação do homem e, nesse sentido, o próprio mal, oriundo das paixões menos dignas, é pacientemente examinado por seu infinito amor, sem ser destruído de pronto.

Importa considerar, portanto, que o joio não cresce por relaxamento do Lavrador Divino, mas sim porque o otimismo do Celeste Semeador nunca perde a esperança na vitória final do bem.

O campo do Cristo é região de atividade incessante e intensa. Tarefas espantosas mobilizam falanges heroicas; contudo, apesar da dedicação e da vigilância dos trabalhadores, o joio surge, ameaçando o serviço.

Jesus, porém, manda aplicar processos defensivos com base na iluminação e na misericórdia. O tempo e a bênção do Senhor agem devagarinho e os propósitos inferiores se transubstanciam.

O homem comum ainda não dispõe de visão adequada para identificar a obra renovadora. Muitas plantas espinhosas ou estéreis são modificadas em sua natureza essencial pelos filtros amorosos do Administrador da Seara, que usa afeições novas, situações diferentes, estímulos inesperados ou responsabilidades ternas que falem ao coração; entretanto, se chega a época da ceifa, depois do tempo de expectativa e observação, faz-se então necessária a eliminação do joio em molhos.

A colheita não é igual para todas as sementes da terra. Cada espécie tem o seu dia, a sua estação.

Eis por que, aparecendo o tempo justo, de cada homem e de cada coletividade exige-se a extinção do joio, quando os processos transformadores de Jesus foram recebidos em vão. Nesse instante, vemos a individualidade ou o povo a se agitarem através de aflições e hecatombes diversas, em gritos de alarme e socorro, como se estivessem nas sombras de naufrágio inexorável. No entanto, verifica-se apenas a destruição de nossas aquisições ruinosas ou inúteis. E, em vista do joio ser atado, aos molhos, uma dor nunca vem sozinha.

Do livro “Vinha de Luz”.
Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
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INJÚRIA
Repara a terra pobre, humilde e boa,
Enlameada ao temporal violento...
Aos golpes rudes de granizo e vento,
Olvida em paz a injúria que a magoa.
Auta de Souza
Do livro “Dicionário da alma”.
Psicografia de “Francisco Cândido Xavier”.


terça-feira, 3 de dezembro de 2013

O Poder

Tema da semana
“Arbitrariedade”
De 02/12/2013 a 08/12/2013

Joanna de Ângelis

o deplores a função ou tarefa humilde, na qual te encontras edificando o futuro.

Todas as realizações, por mais grandiosas, o dispensam a participação das aparentes e pequenas contribuições que, em última análise, são-lhes fundamentais.

A melhor engrenagem pode desarticular-se quando alui  modesto parafuso.

A maquinaria mais sofisticada estrutura-se com o mineral transformado, antes sem outra serventia.

Todas as tarefas que promovem a vida o de relevante significado.

o é a função que dignifica o homem, mas este quem a enobrece.

Realiza,  dessmodo, tedevercom  a  consciêncidque ele é de suma importância no concerto geral da vida.

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fastígio e o poder o compromissos graves para aqueles que os detêm.

O fastígio facilmente leva à queda, sob as circunstâncias em que se apresenta e as facilidades de que se reveste.

O poder, quase sempre, leva à corrupção, face à transitória posição de que se faz cercar, com perigos e gravames.

O verdadeiro poder é o do amor, aquele que vem de Deus, que faz homens fortes em qualquer função e dignos, íntegros, em todas as atividades.

Faze a tua parte com o poder do amor e segue, feliz, até a tua vitória final.

Psicografia de Divaldo Franco do livro Episódios Diários

Livre Arbítrio; [...] a liberdade de fazer ou não fazer, de seguir este ou aquele caminho para seu adiantamento, o que é um dos atributos essenciais do Espírito.


Referência: KARDEC, Allan. Obras póstumas. Traduzida da 1a ed. francesa por Guillon Ribeiro. 37a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. - pt. 1